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Sons Sintetizados

Última modificação : Sexta, 22 Janeiro 2016 16:14




Há aproximadamente 25 anos, foi criado o que veio a ser chamado sintetizador, que nada mais é do que um aparelho capaz de criar uma infinidade de timbres sonoros. Quando o instrumentista aperta uma das teclas do sintetizador, este acaba produzindo eletrônicamente a frequência correspondente junto com um grande número de harmônicos. Em seguida, estes harmônicos são amplificados e ajustados a fim de dar uma maior ou menor intensidade nesta frequência específica. A somatória de todas as freqüências de saída denomina-se “som sintetizado”. Com a finalidade de criar um som, o músico faz ajustes nas intensidades das freqüências envolvidas a fim de conseguir um timbre que o satisfaça. Porém, antes de 1985 não era possível conseguir sons contendo timbres naturais, como o do violino ou o do trompete, devido ao fato desses sons possuírem um número muito grande de harmônicos na produção de seus sons. 


Com a invenção do sampler (amostrador), criou-se o caminho inverso, ou seja, este dispositivo era capaz de guardar os sons produzidos por algum instrumento musical e guardá-lo na memória. Com os conseqüentes avanços no campo da eletrônica, hoje em dia já se produzem discos e CDs totalmente compostos por sons sintetizados, imitando instrumentos musicais. Por fim, surgiu neste meio termo uma linguagem de transmissão de dados digital especialmente destinada à música denominada MIDI (do inglês “musical instrument digital interface”), que interliga qualquer instrumento musical a um sintetizador por meio de um cabo conector. Deste modo, caso já haja um registro do som de um instrumento no sampler do sintetizador - o som de uma tuba, por exemplo -, pode-se conectar outro instrumento musical que, ao tocá-lo, sairá com o timbre musical da tuba!